Como Morreu TOMIE OTHAKE

COMO MORREU

TOMIE OTHAKE

Nome completo: Tomie Nakakubo

Nacionalidade: Japonesa, naturalizada Brasileira

Nascimento: 21 de Novembro de 2013

Morreu em: 12 de Fevereiro de 2015

Idade: 101 anos

Profissão: Artista Plástica/Escultora/Pintora

Lugar da morte: No Hospital Sírio-Libânes, em São Paulo, no Brasil

Causa da morte:

“INSUFICIÊNCIA CARDÍACA”

Como morreu TOMIE OTHAKE: A artista plástica, considerada “a dama das artes plásticas brasileiras”, faleceu em decorrência de um choque séptico caudado por uma broncopneumonia. Tomie estava internada desde de 2 de fevereiro de 2015, no hospital Sírio-Libânes, na região central da cidade, para tratamento de uma leve pneumonia. Ela regia bem ao tratamento e estava prestes a ter alta médica, mas no dia 10 de fevereiro de 2015, ela engasgou com o café da manhã, teve vê uma broncoaspiração seguida de parada cardíaca e foi internada na UTI do hospital. Não resistiu e faleceu dois dias depois.

Othake foi uma das principais representantes do abstracionismo informal. Sua obra abrange pintura, gravuras e esculturas. Foi premiada no Salão Nacional de Arte Moderna, em 1960; em 1988, foi abençoada com a Ordem do Rio Branco pela escultura pública comemorativa dos 80 anos da imigração japonesa em São Paulo.

 Tomie participou de diversas mostras nacionais e imternacionais, participou de mais de 20 bienais e recebeu diversos prêmios, entre eles, o Prêmio Nacional de Artes Plásticas do Ministério da Cultura, em 1995 e o Prêmio Panorama da Pintura Brasileira do Museu de Arte Moderna de São Paulo.Em 2000 foi fundado em São Paulo, o Instituto Tomie Othake, criado por Ruy e gerido por Ricardo, seus dois filhos arquitetos. O Instituto é um centro artístico localizado na capital paulista. Durante a comemoração de seus 97 anos, o Instituto realizou uma exposição com 25 pinturas de grandes dimensões produzidas pela pintora em 2010.

Em 2013, na comemoração de 100  anos, da artista plástica, foram realizadas 17 exposições pelo Brasil. Em 2014, a cineasta Tizuka Yamasaki lançou um documentário sobre o universo da artista. A pintora foi uma ponte entre o Japão de ontem e arte nacional de hoje.

Ela deixou dois filhos e um neto.

Teve o corpo cremado e suas cinzas foram enterradas no Cemitério Horto da Paz, em São Paulo, no Brasil.

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