Como Morreu RAFAEL OROZCO

COMO MORREU
RAFAEL OROZCO

 

Nome completo: Rafael José Orozco Maestre

Nacionalidade: Colombiano

Nascimento: 24 de Março de 1954

Morreu em: 11 de Junho de 1992

Idade: 38 anos

Profissão: Cantor

Lugar da morte: No terraço de sua moradia, Barranquilla (Colômbia)

Causa de morte:

“INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA”

Como faleceu RAFAEL OROZCO: Em 11 de junho de 1992 pela noite as filhas de Rafael Orozco comemoraram uma festa em sua residência para celebrar no final do semestre escolar.

Por volta das 09:00 da noite, Alfonso Ariza De la Hoz e Francisco Javier Corena chegaram nessa mesma noite a casa de Orozco para pedir emprestado alguns instrumentos musicais Orozco os atendeu no terraço da casa para não interromper a festa.

Enquanto estavam falando aproximadamente às 09:45 da noite uma pessoa disparou em Orozco dez vezes impactando lhe 9 vezes (na região occipital, no rosto, nas costas e na região glútea), lhe ocasionando a morte de imediato.

Imediatamente foi transferido para a Clínica do Caribe por sua esposa, mas o artista havia chegado sem vida ao centro assistencial, onde foi declarado morto às 10:00 p.m.

Entre as possíveis hipóteses de assassinato se reduziram a relação extramatrimonial que Orozco mantinha com Maria Angélica Navarro Ogliastri (quem havia sido esposa depois do congressista Armando Benedetti) e quem desde então também mantinha uma relação sentimental com o pecuarista e narcotraficante José Reinaldo “O Nano” Fiallo Jácome.

Um ajuste de contas pela suspeita implicação de Orozco no narcotráfico.

Pelo crime foram indiciados como autor material o engenheiro Jorge Navarro Insignares (pai de Maria Angélica); Afonso Ariza De la Hoz e Francisco Javier Corena (como cúmplices); Orby Campo Valdeblánquez Diomedes Zubiría Redondo e Porfírio Zubiría Redondo (como autores materiais segundo a versão de um tal Javier Enrique Arias Martínez quem depois disse se chamar José Luis Ospino Ariza); e Ever Antonio Zubiría Redondo, mas todos ficaram livres ao se comprovar que não tiveram nada a ver com o assassinato.

Em 19 de agosto de 1998, o Julgado Quarto Penal do Circuito de Barranquilla determinou que Orozco foi assassinado por Sergio González Torres, escolta de Fiallo Jácome e que o crime obedeceu a motivos passionais, pelo mencionado triângulo amoroso entre Orozco Navarro e Fiallo.

As provas de balística estabeleceram que Orozco havia sido impactado por uma pistola Heckler & Kock modelo P7 K3, calibre 7,65 que foi encontrada no poder de Fiallo no dia de seu assassinato e também uma carta dirigida desde a prisão por Mario Alzate Urquijo e então, fiscal geral da Nação, Gustavo de Greiff na que revelava que “O Nano” Fiallo expressou que tinha o respaldo de seu patrão aliás “Camilo”, para eliminar Rafael Orozco porque estava mantendo uma relação com sua namorada.

Porém, uma série de mortes e desaparecimentos se deram depois do assassinato de Rafael Orozco: Orby Campo Valdeblánquez foi assassinado em Barranquilla em 04 de abril de 1993, Alfonso Ariza De la Hoz e Francisco Javier Corena foram tirados de suas casas e desapareceram depois de seu último interrogatório em 04 de agosto de 1992, José Reinaldo Fiallo e sua escolta Sergio González foram assassinados em Medellín em 18 de novembro de 1992, e Victor Herrera Ortega, vigia de uma construção vizinha da residência de Rafael Orozco que presenciou o crime e desapareceu depois de declarar no dia seguinte dos acontecimentos.

O fiscal que iniciou o processo Jorge Paternostro morreu afogado nas águas de um córrego em Barranquilla em 16 de julho de 1993.

O jornalista Fabio Poveda Márquez (amigo muito próximo de Orozco) e Juancho Rois, quem também declararam no processo morreram pouco tempo depois.

Seus restos mortais foram enterrados nos Jardins do Recuerdo, onde foi sepultado no final da tarde de 12 de junho de 1992.

SAIBA COMO ELES MORRERAM

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