AYRTON SENNA

COMO MORREU AYRTON SENNA

Nome completo: Ayrton Senna da Silva.
Nacionalidade: Brasileiro.
Nascimento: 21 de março de 1960.
Morreu em: 01 de maio de 1994.
Idade: 34 anos.
Profissão: Piloto F1.
Lugar da morte: Grande Prêmio de San Marino, Ímola (Itália).

Causa de morte:
“LESÓES MÚLTIPLAS NA BASE DO CRÂNIO, INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA GRAVE, AFUNDAMENTO FRONTAL COM HEMORRAGIA INTERNA E RUPTURA DA ARTÉRIA TEMPORAL COM PARADA CARDÍACA”.

Como faleceu AYRTON SENNA: Foi durante o Grande Prêmio de San Marino no circuito de Ímola, Itália, quando na curva de Tamburello, na volta número sete que Ayrton Senna saiu da pista e batendo contra o muro de contenção a 310 quilômetros por hora.
O que acabou com a vida de Ayrton não foi a grande desaceleração que resistiu quatro vezes a força da gravidade, também uma barra de metal da suspenção que atravessou a viseira do capacete como uma lança e produziu fraturas no crânio com perda de massa encefálica.
Depois do acidente, Senna com graves feridas em seu crânio ficou inconsciente, enquanto a corrida era suspendida e as assistências médicas se aproximavam até seu veículo. Realizou-se imediatamente uma traqueotomia no mesmo circuito e posteriormente foi transferido de helicóptero ao hospital de Maggiore de Bolônia, onde permaneceu em coma algumas horas antes de falecer.

Este lamentável fato ocorreu um dia depois que outro piloto, o austríaco Roland Ratzenberger também falecera durante a classificação na curva Gilles Villeneuve.
A razão pela qual a Williams FW16 de Senna fora lançada para fora enquanto realizava a curva de Tamburello foi a ruptura da barra de direção de seu carro, isto pode se comprovar em julgamento que levou vários anos na Itália. A equipe Williams jamais aceitou sua responsabilidade, muito menos os engenheiros que foram encarregados da pobre mudança na coluna de direção que Senna havia pedido previamente, a qual foi de péssima qualidade provocando que Ayrton Senna ficasse praticamente sem o controle do carro justo na curva mencionada.
Este acidente marcou um antes e um depois sobre as medidas de segurança das corridas de Fórmula 1.
Seu caixão foi levado pelas ruas de São Paulo em um caminhão dos bombeiros seguido por milhares de pessoas. Foi sepultado com honras de chefe do Estado no cemitério de Morumbi.